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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

YeZ: carro chinês absorve CO2 do ar

O mais novo protótipo de veículo ecológico da China, o YeZ, é totalmente movido a energias limpas: além de produzir energia solar e eólica, o carro absorve CO2 para gerar eletricidade e o devolve para o ar em forma de oxigênio
Uma montadora chinesa levou ao pé da letra o conceito de carro ecológico e criou este carro-folha. O veículo foi projetado para funcionar como uma planta, ou seja, ele absorve CO2 e libera oxigênio na atmosfera. A ideia é criar um veículo para 2030 que realize o mesmo trabalho que as plantas fazem durante a fotossíntese.

Fonte: mundoesolucoes.com







O veículo YeZ (palavra que em mandarim significa folha) seria movido a energias limpas: o teto absorveria energia solar e as rodas teriam pás para gerar energia eólica. Mas a grande sacada é que o veículo de dois lugares conseguiria remover dióxido de carbono do ar, grande vilão do aquecimento global, com uma liga mista (orgânica e metálica) capaz de absorver CO2 e água, transformando-os em eletricidade armazenada em uma bateria de lítio. Estamos esperando essa folha brotar.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

China e Rússia criam zona transfronteiriça de proteção aos tigres

China e Rússia decidiram colocar em funcionamento uma zona transfronteiriça de proteção aos tigres da Sibéria, uma espécie em perigo de extinção, anunciou nesta segunda-feira o jornal China Daily.
Esta zona deverá estender-se na província de Jilin, nordeste da China, à região russa de Primoria, onde as autoridades de cada país lançarão operações contra a caça ilegal, explicou o jornal.
China e Rússia harmonizarão os sistemas de vigilância de seus felinos, realizarão estudos ecológicos e melhorarão a comunicação de informações.
O desmatamento acelerado, a degradação do meio ambiente e o contrabando explicam a rápida diminuição do número desses felinos.
A China proibiu em 1993 o comércio de ossos e outros produtos procedentes dos tigres e utilizados na farmacopeia, mas a caça e o contrabando continuam sendo muito ativos.

Fonte: Yahoo!



segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Brigitte Bardot apela à Dinamarca contra ‘massacre’ de golfinhos

Ex-símbolo sexual do cinema francês e ativista dos direitos dos animais, Brigitte Bardot, e o grupo de defesa da vida marinha Sea Shepherd apelaram, esta quinta-feira (19), à soberania da Dinamarca para suspender o massacre anual de golfinhos nas Ilhas Faroe, território autônomo dinamarquês no Atlântico Norte.
Segundo os ambientalistas, centenas de baleias-piloto, que apesar do nome são da família dos golfinhos, são perseguidas até a praia, onde são mortas a golpes de faca até a morte em um sangrento ritual de verão.
“Este espetáculo macabro é uma vergonha para a Dinamarca e as Ilhas Faroe”, disseram em carta destinada à rainha Margrethe II.
“Não é uma caçada, mas um abate em massa”, de acordo com uma versão em francês do texto, que condenou uma “tradição antiquada que não tem aceitação justificável no mundo de hoje”.
Christophe Marie, da Fundação Brigitte Bardot, que defende os direitos dos animais, disse que os ativistas têm monitorado há três semanas a matança de golfinhos – um evento que remonta há milhares de anos – a bordo de um navio.
“A matança de golfinhos foi originalmente concebida para dar alimento às pessoas”, explicou Marie à AFP, por telefone.
“Mas este não é mais o caso. Ontem, nós encontramos um cemitério de baleias-piloto nas águas de um fiorde. Eram todas carcaças e foram, simplesmente, descartadas”, acrescentou.
A Fundação Bardot e a Sea Shepherd acusaram a Dinamarca.
Mesmo que o país escandinavo sustente que o arquipélago das Faroe, situado entre a Escócia e a Islândia, é um território autônomo, sua Marinha ainda controla a zona de pesca das ilhas e protege os barcos que conduzem os golfinhos para a costa, afirmaram.
Em Torshavn, a principal cidade das Faroe, Kate Sanderson, oficial do Ministério das Relações Exteriores, especializada em cetáceos e educada na Austrália, disse que a descrição na carta era “infundada” e não continha “nada novo”.
“É uma caçada, como qualquer outra caçada; é selvagem e pode parecer desumana. Mas as pessoas que protestam contra o fato de que estes mamíferos estão sendo mortos com facas nunca estiveram em um abatedouro”, alfinetou Sanderson.

Fonte: JB Online

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Fazendeiro cria minivacas nos EUA que produziriam menos gás metano

Um fazendeiro nos Estados Unidos está criando vacas em miniatura que teriam menos impacto sobre o meio ambiente.
O gado de pecuária é responsável por grande parte das emissões de metano no mundo, um dos gases que mais contribui para o aquecimento global.
Hoje há 26 raças de “minivacas” no mundo. Na maior delas, as vacas têm pouco mais de um metro de altura. Algumas vacas chegam a medir menos de 80 centímetros.
“Quando comecei a experimentar a criação deste gado em miniatura, todo mundo pensou que eu estava louco”, disse à BBC o professor e fazendeiro Richard Gradwohl, que desenvolveu 18 das 26 raças em seu centro de pesquisa.
Impacto ambiental – Seu objetivo inicial era criar os animais para abastecer sete mercados diferentes, mas logo que começou a trabalhar com o gado ele percebeu que poderia haver uma redução do impacto ambiental da sua atividade.
“Depois de investigar durante muitos anos, descobrimos que elas produzem muito menos metano”, diz Gradwohl. Segundo o professor, dez vacas em miniatura geram o mesmo metano de uma vaca de tamanho normal.
“Além disso, em um terreno de cinco hectares, onde cabem duas vacas, entram dez minivacas”, afirma.
O rendimento de cada hectare por quilo de carne também é maior. Isso acontece devido à relação entre o peso do animal vivo e a quantidade de carne comestível.
“Quando uma vaca de 450 quilos vai ao matadouro, ela perde cerca de 40% em ossos, cabeça e órgãos internos. O gado perde então uns 270 quilos. Quando se converte isso em carne comestível, se perde outros 20%. E finalmente ela acaba com 21 quilos”, explica Gradwohl.
“Em um animal pequeno, se perde muito menos. A vaca pesa 270 quilos. Quando vai ao matadouro, em vez de perder 40% do peso, ela perde apenas 30%, e quando se converte isso em carne comestível, em vez de 20%, se perde 15%. Então um animal pequeno pode produzir até 160 quilos de carne comestível.”
Ao aumentar o rendimento por hectare, os ranchos precisam de menos terreno para produzir a mesma quantidade de carne.
Nos Estados Unidos, onde o consumo de carne bovina por peso é de 43 quilos – há apenas 20 mil minivacas.

Fonte: G1

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Árvores, cada vez mais sufocadas nas grandes cidades


Que a arborização nas cidades é benéfica e positiva, isto não nos resta dúvidas, o que complica é quando as árvores são cultivadas da forma errada, em especial na escolha da espécie para dividir os espaços nas calçadas com a população.
Infelizmente é freqüente encontrarmos árvores em locais irregulares nas grandes cidades, acarretando em esbarrões, tropeções e muitas vezes gerando fraturas e machucados nos pedestres, em especial os de maior idade. As pobres ficam sufocadas, pressas em espaços muito pequenos e são obrigadas a ocupar mais espaço nas calçadas e quebrar o que tiver pela frente para suas raízes se acomodarem melhor.
O correto seria que todas as árvores que foram ou serão plantadas respeitassem um padrão de plantio para evitar tais transtornos na comunidade, não somente os tombos e tropeções, mas também incidentes com a rede elétrica. Antes de plantar árvores nas calçadas é necessário levar em conta que: elas precisam de espaço para receber água e para as raízes crescerem sem estragos, o local do plantio deve respeitar a metragem exigida pela Lei do Passeio Livre, que é de 1.20m de largura e se atentar a espécie que será plantada. Uma ótima solução para tirar suas dúvidas com relação a qual tipo de árvore poderá ser plantada, é procurar o Departamento de Meio Ambiente de sua cidade e verificar quais as espécies autorizadas e/ou sugeridas por eles, muitas vezes eles até doam as mudas; acesse os sites de algumas companhias de energia elétrica que contem toda a informação sobre quais espécies plantar e no site da SVMA (http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/publicacoes_svma/index.php?p=3789) o Manual Técnico de Arborização Urbana, que explica detalhadamente o jeito correto de plantar, além de características das espécies que se adaptam bem às vias urbanas.
A solução para o plantio correto já temos, o problema é que por falta de controle no passado, até mesmo os governos plantavam errado. Espécies como o ficus elástica foram espalhadas pela cidade, sem canteiro, sem espaço para seu desenvolvimento e sem a percepção de que, quando crescidas, espalhariam sua vegetação pelas ruas. Isso não só danifica as vias, como adoece as plantas, sem espaço em seu solo ela fica sufocada, e adoecer.
Na cidade de São Paulo, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente criou um programa inédito na cidade desde janeiro, em um projeto piloto na região da subprefeitura da Lapa, na Zona Oeste da capital. O projeto Identidade Verde tocado pela Secretaria da Coordenação das Subprefeituras, é especificamente voltado para a catalogação e cuidado de árvores em ruas e calçadas. O programa é composto por três estágios: no primeiro há a catalogação das espécies, junto com a contagem de cada exemplar. Depois, vem o planejamento das ações cabíveis – poda, cuidado com árvores doentes, plantios de mudas. A terceira etapa é uma execução integrada de todos os serviços capazes de ajudar para que todos os passos deem certo. É um programa de larga escala com sistema minucioso.
O Identidade Verde pesquisou, até agora, uma área verde de 1.5 milhão de m², e mais de 40 vias tiveram suas espécies cadastradas, totalizando 3.409 árvores. Nesta fase, foi possível detectar que um dos principais fatores de quedas de árvores é a limitação de espaço para o desenvolvimento de raízes sadias. Em quase três meses foram feitas 65 ampliações de canteiros. Até o fim do ano, a meta é que todas as 31 subprefeituras coloquem o projeto em prática.
Desta forma, o que não podemos é esquecer os inúmeros benefícios que as árvores nos trazem, mas que haja um cuidado com o seu plantio para não gerar problemas a elas próprias e a população em geral. Conscientizar as pessoas e os órgãos competentes cuidar das árvores já plantadas é o nosso dever.



Sacolas problema ou solução? Opte pelas retornáveis

Nos dias de hoje é comum, quase unânime que as pessoas achem a vida que temos hoje ser muito melhor que a do passado. Eu, por muito tempo pensava o mesmo, imaginava como seria a vida sem telefone, celular, televisão, computador, internet, carro, avião, enfim, inúmeras descobertas que mudaram a forma de viver, ganhamos tempo, conquistamos o espaço, aumentou nossa expectativa de vida e lidamos melhor com a distância. Porém, a cada dia vejo que estava enganada; primeiro o relacionamento pessoal era mais aberto, receptivo, sincero; as famílias eram mais unidas, o respeito ao próximo mais exigido e o principal para mim: a relação com o meio ambiente era natural e respeitosa com os seus ciclos.
Nossos país e avós antigamente ao ir ao supermercado, feira, mercado traziam os produtos comprados em carrinhos, sacolas de pano, sacos de papel. Esta era a alternativa que havia para as pessoas na época poder carregar suas compras. Com o avanço tecnológico, o incentivo ao consumo e a busca pela “facilidade” entrou no mercado as sacolas plásticas – aquelas que deveriam ser a solução se transformaram em problema.
Só para termos uma idéia do problema que temos, menos de 1% de todas as sacolas plásticas são recicladas no mundo, as demais são jogadas em lixões, aterros sanitários, rios, lagos, oceanos e sabe se mais aonde. Em média o tempo de decomposição destas sacolas é de 100 a 400 anos e elas jogadas no local errado trazem sujeira, poluição e morte. As sacolas são “arrastadas” para inúmeros lugares e em sua maioria vão para os mares e oceanos, existe registro de sacos plásticos em todos os oceanos em todas as partes do mundo. Eles se degradam com o passar do tempo se decompõe em petro-polímeros menores e mais tóxicos, tendo como consequência à contaminação dos solos e vias pluviais, além de fazer parte da cadeia alimentar de varias espécies, chegando a mais de 200 espécies da fauna marinha que morre devido à ingestão desta “iguaria”.
Mas o que podemos fazer para mudar isso? Algumas redes de supermercados em nosso país têm incentivado o não consumo destas sacolas, oferecendo descontos para aqueles clientes que optam em não as utilizar ou a cobrança do uso das sacolinhas. Mas isto não basta, a mudança tem que vir de nós. Levar nossa própria sacola às compras é um hábito saudável, que podemos adotar com uma pequena mudança na nossa rotina. Reduza. Reutilize. Recicle!!
O uso de sacolas plásticas retornáveis evita desperdício de plástico e o descarte de um lixo que leva até 400 anos para se decompor na natureza. Para termos idéia da economia, se usarmos sacolas retornáveis, chegamos a economizar 6 saquinhos plásticos em uma semana, 24 no mês, 288 por ano e a mais de 22 mil no decorrer da vida. Só a China economiza por ano cerca de 37 milhões de barris de petróleo com a proibição do uso das sacolas. Além da China, temos Bangladesh, Canadá, Irlanda, Ruanda, Quênia, Israel, Canadá, Índia, Tanzânia, África do Sul entre outros.
Ao adquirir esta idéia, você está se propondo a reduzir seu impacto no meio ambiente e colaborando com a preservação do planeta. Não pense que sua ajuda é pequena, é na junção de atitudes como esta entre milhares de pessoas que fazemos a diferença.

Sua empresa sabe calcular o quanto ela emite?

A empresa na qual você trabalha decidiu que quer reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. Sensacional. Decisão tomada, qual o próximo passo? Antes de sair trocando o gerador movido a diesel por um movido a biomassa ou incentivando seus funcionários a fazer isso ou aquilo, que tal saber exatamente o quanto a sua companhia emite e qual a origem dessas emissões? É a fábrica, a frota de veículos ou a rede de fornecedores? Sem ter nas mãos essas informações fica difícil levar à frente ações consistentes.
Nesta quinta-feira, na sede da FGV, em São Paulo, profissionais de 18 empresas começam a ser treinados para aprender a fazer aquilo que foi batizado de “inventário de emissões”, ou seja, calcular os setores que mais emitem nas suas companhias – e aí, com base nesse documento, trabalhar para que eles sejam reduzidos. Há várias metodologias para fazer essa conta, que não é lá das mais fáceis. A mais utilizada no mundo hoje é a do GHG Protocol, que foi a escolhida pela FGV. Entre as companhias que vão passar pelo treinamento estão GOL Linhas Aéreas, Souza Cruz, Lojas Americanas e Oi.
Essa é a segunda fase do programa brasileiro do GHG Protocol, que começou há dois anos. Nesse período, 23 inventários de emissão foram publicados. Estão no primeiro grupo de empresas que adotou a metodologia no Brasil nomes como Ambev, Petrobras, Embraer, Boticário, Wal Mart, Sadia e a Editora Abril, que publica a EXAME.
Para obter mais informações sobre o GHG Protocol entrem no site http://ces.fgvsp.br/ e cliquem no link GHG no alto da página.

Fonte: Portal Exame

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Grandes fabricantes mostram seus modelos de carros “verdes” em Pequim

As grandes marcas mundiais de veículos aproveitaram o Salão de Automóvel de Pequim para apresentar seus modelos “verdes”, que podem se tornar, em curto prazo, um dos melhores produtos à venda no mercado chinês, o maior do mundo.
A maior fabricante chinesa, SAIC, expôs seu carro elétrico, durante o salão que abriu na terça-feira (27) e vai até domingo (2).
Dos mil modelos expostos, 95 são elétricos ou híbridos – produzidos pela SAIC, por sua concorrente chinesa BYD e a americana General Motors.
A GM apresentou o Volt, um carro elétrico que deve ser lançado no mercado em 2011. A BYD, que tem como principal acionista é o milionário americano Warren Buffett, lançou o modelo E6, que funciona somente com eletricidade.
A Beijing Automotive Industry Holding Co anunciou que pretende investir 3,7 milhões de yuans (542 milhões de dólares) no desenvolvimento de veículos com fontes de energia alternativas, reafirmando a importância desse setor para a China.
No entanto, para os analistas o verdadeiro desenvolvimento de veículos alternativos na China ainda enfrenta dificuldades.
O governo decepcionou aqueles que esperavam, em janeiro, o anúncio de subsídios para o setor, que permitiriam baixar os preços para o consumidor chinês.
Preços elevados, autonomia reduzida e falta de postos de recarga de bateria limitam as vendas, explica Finbarr O’Neill, presidente da sociedade de consultores JD Power and Associates.
Menos de 4 mil carros híbridos (movidos a eletricidade e gasolina) foram negociados na China no ano passado e a venda de veículos elétricos foi quase inexistente, acrescentou.
No total, 13,64 milhões de carros foram vendidos na China em 2009, o que fez do país o primeiro no mercado do mundo, ultrapassando os Estados Unidos.
Os chineses seguem preferindo modelos de alto consumo de gasolina, embora no ano passado os modelos menores tenham tido maior aceitação, graças aos incentivos fiscais.
O alto valor dos veículos elétricos se deve ao custo das suas baterias recarregáveis, que os encarecem em 10 mil a 15 mil dólares.
“Não acredito que a maioria dos compradores esteja disposta a pagar mais para ter um carro mais ecológico”, destacou Finbarr O’Neill. “Sem subsídios, empresas como a BYD terão muitos problemas para alcançar uma massa crítica” na produção.
A China quer reduzir seu consumo e sua dependência energética, assim como seus graves problemas de poluição. Por isso, espera-se que o desenvolvimento de tecnologias ecológicas e carros “verdes” represente de 10% a 15% das vendas até 2020.
Desde 2006, o governo e as fabricantes de automóveis chinesas investiram pelo menos 10 milhões de yuans no desenvolvimento de veículos movidos com fontes de energia alternativas ao combustível. Desse montante, 1,1 milhão foi dado pelo governo, segundo o ministério das Indústrias e Tecnologias da Informação.
Apesar deste lento desempenho, a previsão segue otimista. Better Place, uma sociedade californiana que instala postos de recarga para veículos elétricos, vislumbra um bom mercado na China. No sábado, firmou um acordo com a fabricante chinesa Chery para desenvolver os primeiros protótipos.

Fonte: G1

Mais cana com menos queima

O Estado de São Paulo registrou, nos últimos anos, uma rápida expansão na produção de cana-de-açúcar, em consequência principalmente do aumento da demanda por etanol para atender ao mercado de veículos flex no país.
De 2003 a 2009, a área total do cultivo da cana disponível para a colheita no Estado saltou de 2,57 milhões para 4,89 milhões de hectares, segundo dados do mais recente relatório feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
O dado mais expressivo – do ponto de vista ambiental – é que pela primeira vez mais da metade da colheita foi realizada sem queima. O relatório referente à safra de 2009/2010 mostra que cerca de 56% da colheita foi realizada sem queima, contra 44% em que se utilizou o recurso. Na safra de 2006/2007, a colheita sem queima beirou os 34%.
De acordo com Bernardo Rudorff, pesquisador do INPE, se o ritmo for mantido, a meta estabelecida pelo Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro, assinado em 2007 entre o Governo do Estado de São Paulo e a União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica) – que prevê a eliminação gradativa da queima da cana-de-açúcar até 2017 –, será cumprida, mesmo com a expansão da produção. Para as áreas com declive inferior a 12%, que permite a mecanização da colheita, o prazo termina em 2014.
“É claro que a expansão envolve questões complexas que impõem alguns limites, como condições favoráveis de mercado e investimento em maquinário, mas a pressão do protocolo está produzindo um resultado muito positivo no Estado e mostra que o objetivo de eliminar totalmente o procedimento de queima pode ser atingido até a data limite”, disse à Agência FAPESP.
Rudorff coordena o Projeto Temático recém-aprovado, intitulado “Impactos ambientais e socioeconômicos associados com a produção de etanol de cana-de-açúcar no centro-sul do Brasil”, que será desenvolvido no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa em Bionergia (BIOEN).
O grupo de pesquisadores vem monitorando, desde 2003, a área de cultivo, o tipo de colheita – com ou sem queima – e a mudança de uso e cobertura da terra decorrente da expansão do cultivo da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo. A partir dos dados obtidos são gerados mapas que auxiliam a Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
“A partir de 2009, iniciamos uma avaliação mensal da colheita e disponibilizamos os mapas para a secretaria, que, com isso, sabe do percentual e da localização das áreas queimadas. Antes disso, gerávamos um único mapa mostrando tudo o que havia sido colhido com e sem queima durante a safra”, disse Daniel Alves Aguiar, doutorando do programa de pós-graduação e integrante do projeto Canasat do INPE.
Em novo estudo publicado na revista Remote Sensing, os pesquisadores do INPE divulgaram os números referentes à safra de 2008/2009. De 2003 a 2008, a área de produção foi ampliada em 1,88 milhão de hectares. Entretanto, o ritmo de crescimento caiu nas últimas safras. Na safra anterior a 2008, a expansão foi de mais de 1,2 milhão de hectares, em 2008 o aumento foi de pouco mais 320 mil e, na safra 2009/2010, ficou em cerca de 100 mil hectares.
“Uma das explicações é que, com a crise econômica mundial – que afetou todos os setores da economia –, a produção da cana também foi atingida e a produção seguiu um ritmo mais lento nos dois últimos anos”, disse Aguiar, co-autor do artigo.
“No artigo, usamos como referência a safra de 2008 porque o objetivo era apresentar a metodologia que utilizamos que consiste em técnicas de interpretação de imagens de sensoriamento remoto e geoprocessamento”, explicou.
De acordo com o trabalho, a maior expansão de área com cana ocorreu no oeste paulista, que compreende as regiões de São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente.
“A expansão da cana nessas regiões se deu principalmente sobre as pastagens. E uma das críticas era que o aumento do cultivo da cana poderia comprometer a produção de outras culturas, como soja e milho, e promover uma diminuição do rebanho bovino no Estado”, disse Aguiar.
“São Paulo perdeu muita área que tradicionalmente era de pastagem para a cana-de-açúcar, mas, no entanto, o gado não diminuiu. Isso se deve à otimização do uso do espaço e ao investimento do setor pecuário em tecnologia”, disse Rudorff.
Na safra de 2009/2010, 2,27 milhões de hectares foram colhidos sem a queima da palha, enquanto 1,8 milhão foi colhido com a queima. O mapeamento mostra ainda que as regiões administrativas de Barretos, de Campinas e Central – tradicionais no cultivo da cana – foram as que apresentaram maior porcentagem sem queima, com 61,4%, 60,7% e 61,2%, respectivamente.
Apenas duas regiões, de Marília (56,3%) e de Presidente Prudente (50,8%), tiveram mais área colhida com queima do que sem. “Nesse sentido, o sensoriamento remoto tem importância fundamental para o cumprimento do protocolo”, destacou Aguiar.
Interpretação das imagens – Segundo os pesquisadores, o método utilizado consiste em monitorar o modo de colheita a partir da interpretação visual e do processamento digital das imagens. Mas, ressalta, a metodologia tem uma limitação.
“Para resultados satisfatórios é preciso contar com diversas imagens livres de nuvens durante o período de colheita. Por isso, utilizamos imagens de sensores com características diferentes”, disse Aguiar.
Segundo ele, o mais importante é obter imagens em períodos específicos em que a cana seja mais fácil de ser identificada. O mapeamento do cultivo da cana requer que sejam adquiridas imagens em janeiro, fevereiro e março da safra corrente e setembro e outubro do ano anterior.
“O plantio da cana-de-açúcar é geralmente feito nos meses de março e abril e em outubro elas já começam a aparecer em imagens de satélite. De janeiro a março do ano seguinte é o período em que a cana está mais vigorosa e fácil de ser identificada”, explicou o pesquisador.
Já para a colheita as imagens são adquiridas de abril a dezembro, período tradicional de colheita no Estado de São Paulo. Mas em dezembro, quando começam a aparecer mais nuvens, o trabalho se torna mais complicado.
“O foco principal do artigo que publicamos foi mostrar que a técnica de sensoriamento remoto pode ser utilizada para monitorar vários aspectos do cultivo da cana e tem tido um efeito positivo fora do país. Em discussões ambientais, o Brasil é lembrado por monitorar o cultivo”, disse Rudorff.
O estudo feito no INPE destaca que as metas do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro não são para os municípios, mas para o setor como um todo. “O produtor que atingir as metas receberá um selo agroambiental. A ideia é que esse selo possa servir como um ingresso para o mercado externo”, disse Aguiar.

Fonte: Alex Sander Alcântara/ Agência Fapesp

sábado, 24 de abril de 2010

Nova York/EUA celebra 40 anos do Dia da Terra com festa e leilão

Nova York (EUA) comemorou nesta quinta-feira (22) os 40 anos do Dia da Terra com um evento na Times Square e um leilão, patrocinado por celebridades em apoio à causa ecológica global.
“Fizemos muitos avanços para melhorar nosso meio ambiente”, disse o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg. “Mas ainda há muito por fazer”, acrescentou.
Na Times Square, área recentemente transformada em zona de pedestres, Bloomberg comemorou a data ao lado de vários artistas, do grupo de reggae ‘The Wailers’ e ao som de temas do musical “Hair”, em referência aos anos 1970, quando surgiu o movimento ambientalista.
Bloomberg apresentou os feitos do plano adotado há três anos com a ambiciosa meta de transformar Nova York em uma cidade “verde”.
No leilão realizado pela Casa Christie’s em benefício de quatro ONGs de defesa do meio ambiente, uma partida de golfe com o ex-presidente Bill Clinton arrecadou 80 mil dólares.
O jogo com Bill Clinton no Briarcliff Manor (Estado de Nova York) era um dos 21 lotes leiloados e triplicou o lance previsto, provocando aplausos para a mulher que fez a proposta vencedora.
Um final de semana em Nova York para uma garota “fashion”, no mais puro estilo “Sex and the City”, foi arrematado por 26 mil dólares, e o convite para uma festa em Los Angeles com celebridades de Hollywood obteve 60 mil dólares.
“A viagem de sua vida”, oferecida pela Singapore Airlines e avaliada em 200 mil dólares, recebeu apenas 55 mil dólares, e um safari fotográfico em Botswana para seis pessoas, dirigido por Chris John, editor da National Geographic, não encontrou comprador. O item estava avaliado em 200 mil dólares.
Celebrado pela primeira vez em 22 de abril de 1970, o Dia da Terra marcou, há 40 anos, o nascimento do movimento ecologista em escala global.
No ano passado, a ONU proclamou a data “Dia Internacional da Mãe Terra”, uma iniciativa impulsionada pelo presidente boliviano, Evo Morales.

Fonte: G1



sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ministério Público insiste em liminar que pode cancelar leilão de Belo Monte

A Procuradoria Regional da República da 1ª Região apresentou na quinta-feira (22) um recurso contra a segunda suspensão da liminar que impedia o leilão da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. A suspensão foi expedida na última terça-feira (20) pelo presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, Jirair Megueriam, e permitiu que o leilão fosse realizado no mesmo dia pela Agência Nacional de Energia Elétrica. Se o recurso do Ministério Público Federal (MPF) for aceito, o leilão de Belo Monte pode ser anulado.
Para o Ministério Público, as liminares deveriam ter sido julgadas em caráter de urgência pela Corte do TRF, e não apenas pelo presidente do tribunal. O recurso já foi recebido pelo TRF, mas ainda não há previsão de julgamento dos dois pedidos do Ministério Público. A Corte deve se reunir na próxima quinta-feira (29). Segundo o MPF, a expectativa é de que os dois recursos sejam analisados no mesmo dia.

Fonte: Ambiente Brasil



Cartilha feita por índios aborda mudanças climáticas e será distribuída em aldeias amazônicas

“Nós, que vivemos em aldeias, percebemos que as coisas já estão diferentes. Já não existe tanto alimento quanto antes.” A afirmação da jovem indígena Maria Baré, da Aldeia Taperera, no Amazonas, reflete a preocupação dos índios com as mudanças climáticas e os efeitos sobre suas atividades.
Com o objetivo de esclarecer os povos indígenas sobre os efeitos do aquecimento global e conscientizá-los sobre a importância da preservação ambiental, Maria e mais 20 jovens indígenas, supervisionados pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), elaboraram a cartilha Mudanças Climáticas e Povos Indígenas, que será distribuída nas aldeias da região.
A publicação aborda aspectos técnicos, científicos e de legislação indígena e foi produzida para suprir uma carência de materiais educativos sobre temas ambientais, voltados exclusivamente para as comunidades indígenas. De acordo com a Coiab, entender sobre as mudanças climáticas se tornou fundamental para os povos indígenas.
“Há que se considerar os impactos diretos que esse fenômeno tem na vida das aldeias – seja na produção de alimentos ou na manutenção dos ritos culturais”, destaca o coordenador da Coiab, Antônio Apurinã.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Plano europeu de energia limpa coloca Espanha e França na liderança

A União Européia (UE) precisará investir 52 bilhões de euros ao ano (US$ 70 bilhões) até 2020 em energias limpas, cujo desenvolvimento Espanha e França foram convocadas a liderar, revela um relatório que publicado nesta terça-feira (13), em Bruxelas, Bélgica.
As energias solar e eólica serão os principais substitutos do petróleo, gás e carvão até 2050, indica o informe, elaborado pela Fundação Européia para o Clima, que será entregue à Comissão Européia.
Em suas previsões, a fundação estima que a Espanha reafirme o papel de principal produtor europeu de energia solar, além de servir de território de trânsito para a produção do norte da África com destino ao norte da Europa.
A França, por sua vez, deverá se encarregar da produção de boa parte da energia eólica da UE e, devido à sua localização geográfica central, vai fazer as conexões entre a eletricidade produzida na Espanha e no Reino Unido, rumo ao norte e ao leste do continente.
A rede existente entre Espanha e França tem atualmente capacidade de 1 GW e, segundo o estudo, deverá chegar a 47 GW em 2050.
Os investimentos chegarão a 52 bilhões de euros anuais, ou seja, 2,5% do valor total dos gastos anuais da UE acrescenta o documento.
A UE se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 80% até 2050 e fixou um objetivo triplo para 2020: reduzir em 20% suas emissões com relação a 1990, elevar para 20% o peso das energias renováveis no consumo de energia e efetuar uma economia energética também de 20%.

Fonte: Folha Online





segunda-feira, 12 de abril de 2010

Jardim que cura

Que uma dose de natureza faz bem, a maioria das pessoas sente na pele, na cabeça e no humor. Mas nem todo mundo sabe que um jardim pode ser uma terapia.
Pesquisadores descobriram que combinar trabalhos  manuais no jardim e contemplar suas belezas ajuda na recuperação de pacientes. Lidar com plantas promove um tipo de interação, enquanto que trabalhar afasta da mente os problemas e a insegurança. Diminui a sensação de solidão e aumenta a autoestima.
Tendo a hortoterapia como aliada de tratamentos convencionais, o paciente se transforma em protagonista e deixa de ser a vítima. A beleza do jardim ainda ajuda a combater os sentimentos negativos.
Observar a natureza é ver a vida espelhada no verde. Entre o plantio de uma árvore e a morte de uma flor há uma porção de idas e vindas que lembram a vida. Ainda de quebra recupera-se o encanto esquecido com um pássaro visitante inesperado.
Devemos nos movimentar e trabalhar, criando um mundo no meio do reino da natureza, um mundo de beleza e harmonia! Atuando assim, então não seremos somente os que recebem, mas tambem os doadores.

domingo, 11 de abril de 2010

53 dicas sustentáveis

1. Tampe suas panelas enquanto cozinha
Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.

2. Use uma garrafa térmica com água gelada
Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros.
Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã.
Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo de água.

3. Aprenda a cozinhar em panela de pressão
Acredite… dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz, macarrão, carne, peixe, etc… Muito mais rápido e economizando 70% de gás.

4. Cozinhe com fogo mínimo
Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida.

5. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez
Evite o o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura, etc…

6. Coma menos carne vermelha (na verdade não coma)
A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de alguma fazenda/criaçã o de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável, poluente, e megafedorento. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para produzir 1 kg de carne vermelha são necessários 200 litros de água potável.
O mesmo kg de frango só consome 10 litros.

7. Não troque o seu celular
Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer zé mané tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada baratos.

8.Compre um ventilador de teto
Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado.
Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma boa idéia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de teto.

9. Use somente pilhas e baterias recarregáveis
É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.

10. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado
Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.

11.Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes
Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente.
Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.

12. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético
Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou Energy Star (no caso de importados).

13. Não deixe seus aparelhos em standby
Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.

14. Mude sua geladeira ou freezer de lugar
Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15 cm das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e tênis para secar atrás deles então, nem pensar!

15.Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias
O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.

16. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias
Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já resolve.

17. Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem limpas
As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais energia elétrica.

18. Tome banho de chuveiro
E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.

19. Use menos água quente
Aquecer água consome muita energia.
Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.

20. Pendure, em vez de usar a secadora
Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.

21. Nunca é demais lembrar: Recicle, Recicle, no trabalho e em casa.
Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).

22.Faça compostagem
Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.

23. Reduza o uso de embalagens
Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.

24. Compre papel reciclado
Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.
25. Utilize uma sacola para as compras
Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado,
leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.

26. Plante uma árvore
Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.

27.Compre alimentos produzidos na sua região
Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.

28. Compre alimentos frescos ao invés de congelados
Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.

29. Compre orgânicos
Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura “tradicional” ? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica, cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo.

30. Ande menos de carro
Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo (bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.

31. Deixe o bagageiro vazio em cima do carro
Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e aumento da resistência do ar.

32. Mantenha seu carro regulado
Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.

33. Lave o carro a seco
Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do shopping.

34. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não, existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para ficar parados nos congestionamentos.

35. Use o telefone ou a Internet
A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.

36. Voe menos, reúna-se por videoconferência
Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais. E deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.
37. Economize CDs e DVDs
CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.

38. Proteja as florestas
Por anos os ambientalistas foram vistos como “eco-chatos” . Mas em tempos de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.

39. Considere o impacto de seus investimentos
O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.

40. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata
Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove, mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que eles estão colaborando tanto assim?

41. Desligue o computador
Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.

42. Considere trocar seu monitor
O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor.
Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.

43. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente
Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final do expediente a temperatura começa a ser mais amena.

44. Não permita que as crianças brinquem com água
Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.

45. No hotel, economize toalhas e lençóis
Use o bom senso… Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia?
Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma  vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençóis, a não ser que você faça xixi na cama…

46. Participe de ações virtuais
A Internet é uma arma poderosa na conscientizaçã o e mobilização das pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda dos internautas. Informe-se e aja!

47. Instale uma válvula na sua descarga
Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!

48. Não peça comida para viagem
Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.

49. Regue as plantas à noite
Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.

50. Frequente restaurantes naturais/orgânicos
Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.

51. Vá de escada
Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.

52. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes
Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus interesses – e de todo o planeta – sejam atendidos.

53. Divulgue essa lista!
Envie essa lista de dicas por e-mail para seus amigos, divulgue o link do post no seu blog ou orkut, reproduza-a livremente, e, quando possível, cite a fonte. Para cada tonelada de papel reciclada poupam-se 20 árvores e 70% de energia e água usadas na sua fabricação.





Celular Samsung é movido à energia solar

É viável ter um celular carregado com energia solar? O INFOLAB testou o primeiro modelo desse tipo vendido no Brasil, o Samsung E1107, e concluiu que esse recurso deve ser usado como um complemento, útil para quem passa boa parte do dia ao ar livre, longe da tomada por muito tempo. Quando carregamos o aparelho na energia elétrica, ele aguentou firme por quase 12 horas em conversação, um número bem expressivo. Por ser um celular basicão, o preço agrada. Ele custa 129 reais.
A própria Samsung alerta no manual que o carregamento solar é uma função auxiliar, ou seja, não dá para abandonar o carregador. Fizemos dois testes distintos. Carregado na tomada, o celular aguentou 713 minutos em ligações. Já depois de um banho de sol de cerca de uma hora, falamos apenas 11 minutos e 25 segundos. É um tempo razoável para ligações emergenciais, mas que não é suficiente nem para tirar a bateria do nível mínimo.
Nas configurações, o Samsung E1107 é espartano. Tanto que seus destaques são rádio FM e lanterna. O aparelho traz o básico: agenda, calendário, despertador e dois games. Ele também faz chamadas falsas, para quem deseja se livrar dos chatos, e pode ser rastreado em caso de perda ou roubo. Mas nada de câmera, tocador de música, slot para cartão de memória ou browser.
A tela LCD de apenas 1,5 polegada do modelo é pequena para quem já se acostumou aos visores maiores dos celulares atuais. Já o teclado possui teclas bem separadas e a digitação de mensagens é prática. Fininho e leve, com apenas 76 gramas, esse modelo tem a cara dos telefones básicos de anos atrás. Sua saída de fone de ouvido é proprietária.

Fonte: Info Online

sábado, 10 de abril de 2010

Meio ambiente: ou estamos a favor ou contra

O sinal amarelo se apaga e o vermelho acende! Nos dias de hoje já não existe o meio termo, a passividade, ou você está do lado do planeta ou está contra ele.
A questão ambiental, e mais especificamente o aquecimento global, chegou para ficar definitivamente. É inegável o espaço que tomaram na mídia nacional e de muitos países, refletindo principalmente que estamos passando do sinal amarelo para o vermelho. Só mesmo desta forma para que a grande mídia passasse a divulgar o real estado de nosso planeta.
De loucura de cientistas e ambientalistas a prioridade mundial
O discurso de cientistas e ecologistas em torno do assundo aquecimento global perdeu definitivamente aqueles ares de loucura, de teoria da conspiração contra a sociedade de consumo e passou a ser vista com outros olhos. Então, no final das contas, eles estavam certos! Hoje a discussão não mais gira em torno da existência ou não do fenômeno e sim se este aquecimento ainda pode ser revertido ou não.
Além destes últimos, uma pequena parcela da população, que acompanhava e acompanha as informações sobre a ecologia já fazia idéia do que estava por vir, e graças a esta parcela é que vários programas de conscientização e preservação iniciaram há muito tempo suas atividades. É graças a estas pessoas pioneiras que outras, que a pouco tempo despertaram sua consciência, puderam ter por onde começar. Cada vez mais pessoas tomam consicência que não se pode ficar parado, esperando que o governo ou os outros façam por elas o que é obrigação de cada um, conservar o planeta, tanto para as futuras gerações quanto para a própria natureza em si. Nosso planeta é um "presente" que a natureza nos deu, e como um presente de alguém que nos ama muito temos o dever de conservá-lo, seja como respeito, seja como uma necessidade de utilizá-lo pelo máximo de tempo possível.
Destruir o próprio lugar em que se vive é obviamente, no mínimo, burrice principamnete quando se tem consciência de que se está destruindo. Muitas pessoas ainda não perceberam ou descobriram isto, e cabe aos que possuem a consciência alertá-las. Isto aumenta nossa responsabilidade. Aumenta nossa responsabilidade também na questão de "botar a mão na massa", ou seja, executar medidas concretas para diminuir, e quem sabe até um dia parar completamente, a destruição.

A mídia entra na guerra
A mídia em si tem enorme responsabilidade, pois é ela que impõe os padrões de consumo da população, claro que bancado pelas indústrias e marcas que desejavam e desejam cada vez mais vender. Ela por muitas vezes "tampa" nossos olhos para as coisas principais e nos manda apenas comprar e comprar. O que a própria mídia e as indústrias começam a perceber, pelo menos algumas, é que sua própria sobrevivência depende da conservação do planeta.
Um importante marco nesta "virada midiática" foi o lançamento do documentário Uma verdade inconveniente, de Al Gore, aquele que foi "derrotado" por Geoge W. Bush nas eleições americanas. Al Gore sempre apoiou questões ambientais e parece que assumiu de vez a frente de batalha contra o aquecimento global.

Os sinais já se fazem sentir
Acredito que alguns pensariam que o aquecimento global é muito preocupante mas que só começaríamos a sentir realmente seus efeitos daqui a 5 ou 10 anos. Ledo engano! As consequências já acontecem. Em alguns lugares da Europa e especialmente na China começam a crescer os desertos; os tufões e furacões que assolam os Estados Unidos, Ásia e até mesmo os que começam a aparecer aqui no Brasil são causados pelo aquecimento anormal das águas dos oceanos, as calotas Polares já derretem há algum tempo, especialmente a Polar Ártica, localizada no hemisfério norte. A neve dos Alpes Suiços está desaparecendo muito rapidamente e, finalmente, uma notícia que há pouco tempo recebi é de que algumas ilhas habitadas na região da Índia já desapareceram, sem contar muitos outros fatos relevantes que ocorrem em todo o mundo.

Agora é a nossa vez
Bom, provavelmente você que está lendo este texto deve gostar do assunto, ter um certo conhecimento ou no mínimo estar fazendo uma pesquisa para seu curso ou escola sobre a questão do aquecimento global e a conservação do meio ambiente. Então lhe faço algumas perguntas:
- Você acha que é importante a questão ecológica ?
Sua resposta provavelmente seria : Sim, eu acho muito importante
Dai eu perguntaria:
- Você está preocupada(o) com o aquecimento global, que está alterando o clima em todo o planeta
Você provávemnete responderia : Sim, estou muito preocupado
- O que você acha da questão da poluição da água, do desmatamento da Amazônia e do Cerrado e da extinção dos animais silvestres.
Você responderia: Ha! Acho muito grave sim.
E então eu finalmente lhe perguntaria:
- E O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO PARA EVITAR A DESTRUIÇÃO DO PLANETA?
Opa! Agora é que o "bixo pega", não é?
Se você responder: - Bem, eu não estou fazendo nada no momento porque estou muito ocupado com meu trabalho ou com meus estudos...
NOTA ZERO!!!! Estamos em um momento em que a maior prioridade é conservar nosso próprio lar, o planeta. Começar a ajudar nesta conservação não exige grandes esforços que atrapalhem sua vida diária ou lhe tomem tempo, muitas vezes apenas depende da mudança de atitude.
Se você responder: - Eu não estou fazendo nada no momento porque a prefeitura/estado/governo não fazem nenhuma campanha e nem disponibilizam programas para tal.
NOTA ZERO PRA VOCÊ!!!! Quem ainda não percebeu isto é bom perceber logo. Não dá pra ficar esperando governo fazer o que é obrigação dele e muito menos o que é sua obrigação. Para ajudar a conservação do planeta você tem que assumir a responsabilidade, você tem que "dar as caras" pra bater e ir atrás, iniciando, por exemplo, pelo simples ato de economizar água, energia e não aceitar produtos resultantes de desmatamento. Vários locais já recebem material para reciclagem como supermercados além de cada vez mais crescer o númerno de cooperativas de catadores e material, que ajudam na limpeza e reciclagem.
Sei, ou tenho muita fé, que a maioria de meus leitores se encaixam na categoria dos que responderiam: " Eu já estou colaborando sim, economizando água e energia, além de estar reciclando uma boa parte do lixo que produzo" ou "Eu ainda não começei, mas já estou me informando aonde e como posso colaborar, além de estar procurando aprender a economizar, mas isto só consigo aos poucos".
O importante, gente, é começar, depois a coisa "flui" que é uma maravilha! Hoje, enquando estou separando e limpando os materiais para enviar para os postos de coleta de reciclagem eu sinto um bem dentro de mim, um sentimento de felicidade que vocês não imaginam. Adotei a bicicleta como meio de transporte para meu trabalho e procuro sempre que possível utilizar o transporte público. Quando penso que há alguns anos atrás eu não me importava com isto, que jogava quilos e quilos de lixo no meio ambiente e hoje eu estou ajudando a conservá-lo é algo fantástico! É como se mais um daqueles pequenos seres que vivem sobre a superfície da imensa bola azul estivesse aos poucos parando de torná-la escura, passando a ajudar a conservá-la azul, linda e maravilhosa!
Este e os próximos anos serão cruciais para nossa própria existência, um desafio para todos nós, desafio da mudança de atitude, mudança da indiferença e do egocentrismo.
Então gente é isto, ou você está do lado do planeta ou está contra ele, nos dias de hoje já não existe o meio termo e se você, que está aí, não se ligar rapidinho eu lhe garanto: "nossa vida neste planeta vai virar realmente um inferno, isto enquanto houver vida".

Fonte: Daniel Pereira / sermelhor.com







Diretor de “Avatar” lança em São Paulo campanha de plantio de árvores

O cineasta canadense James Cameron, diretor do ‘blockbuster’ “Avatar”, começará em São Paulo sua campanha que tem como meta plantar um milhão de árvores no mundo, informaram nesta sexta-feira (9) porta-vozes da organização da iniciativa.
A primeira árvore deste programa será plantada no domingo no Parque do Ibirapuera, zona sul da cidade, por Cameron e o produtor do filme, Jon Laudau.
Cameron vem participando de eventos ambientais especialmente após o lançamento de seu último filme, “Avatar”, que conta a história de nativos de uma floresta de um planeta imaginário que são ameaçados pela chegada de uma expedição de humanos que pretendem explorar sua riqueza.
No Brasil, o cineasta também participou junto com o vice-presidente americano Al Gore, do Fórum Internacional de Sustentabilidade em Manaus, em 26 e 27 de março.
Ali, Cameron se reuniu com caciques de etnias indígenas e representantes de grupos ambientalistas para avaliar o discutido projeto da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, na região de Altamira, e se comprometeu a interceder junto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que revise a iniciativa.

Fonte: G1



Spielberg fará série na TV sobre o futuro da Terra

A Discovery Channel anunciou na quinta-feira (9) a produção de uma nova minissérie em parceria com o cineasta Steven Spielberg. A informação é da CNN.
O programa, chamado “Future Earth”, tentará mostrar o futuro da Terra em 25, 50 e 100 anos.
A produção usará como modelo as minisséries “Planeta Terra” e “Vida”, ambos da Discovery. Serão entrevistados futuristas e grandes pensadores que ajudarão a explicar como a tecnologia, a medicina, a economia e a mídia atual irão refletir nos próximos anos.
Em 2002, no filme de ficção científica “Minority report”, Spielberg mostrou um futuro repleto de telas sensíveis ao toque.

Fonte: G1



sexta-feira, 9 de abril de 2010

CNPq passa a autorizar coleta de fauna e flora e substitui ministério ambiental

Os pesquisadores já podem solicitar autorização de acesso ao patrimônio genético brasileiro, ou seja amostras de espécies animais e vegetais do país, anunciou o CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – nesta quinta-feira (8).
Após a fase de testes, a instituição colocou no ar o formulário online próprio para as solicitações. A ação integra o Sistema de Autorização de Acesso ao Patrimônio Genético, desenvolvido especificamente para esta finalidade.
As autorizações antes eram de responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente. Cientistas costumavam reclamar que eram tratados como biopiratas.
O acesso à biodiversidade brasileira e aos seus recursos genéticos é um problema histórico para os cientistas, o que atrapalha muito as pesquisas, segundo eles. Licenças chegavam há demorar 2 anos para sua emissão.
Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, o novo sistema facilitaria o acesso.
Projeto – A autorização do CNPq será concedida às instituições que realizam pesquisas nas áreas biológicas e afins, mediante a apresentação de projeto de pesquisa que descreva as atividades de acesso e de remessa das amostras de componentes do patrimônio genético brasileiro.
O projeto deverá ser coordenado por pesquisador com experiência no assunto.
As orientações para solicitar a autorização e preenchimento do formulário online estão em página específica do site do CNPq.
Para gerenciar a nova atribuição, o CNPq criou a Coordenação do Sistema de Autorização de Acesso ao Patrimônio Genético, vinculada à Diretoria de Programas Temáticos e Setoriais.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail apg@cnpq.br ou telefone 0/xx/61/2108-4024.

Fonte: Folha Online