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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Grandes fabricantes mostram seus modelos de carros “verdes” em Pequim

As grandes marcas mundiais de veículos aproveitaram o Salão de Automóvel de Pequim para apresentar seus modelos “verdes”, que podem se tornar, em curto prazo, um dos melhores produtos à venda no mercado chinês, o maior do mundo.
A maior fabricante chinesa, SAIC, expôs seu carro elétrico, durante o salão que abriu na terça-feira (27) e vai até domingo (2).
Dos mil modelos expostos, 95 são elétricos ou híbridos – produzidos pela SAIC, por sua concorrente chinesa BYD e a americana General Motors.
A GM apresentou o Volt, um carro elétrico que deve ser lançado no mercado em 2011. A BYD, que tem como principal acionista é o milionário americano Warren Buffett, lançou o modelo E6, que funciona somente com eletricidade.
A Beijing Automotive Industry Holding Co anunciou que pretende investir 3,7 milhões de yuans (542 milhões de dólares) no desenvolvimento de veículos com fontes de energia alternativas, reafirmando a importância desse setor para a China.
No entanto, para os analistas o verdadeiro desenvolvimento de veículos alternativos na China ainda enfrenta dificuldades.
O governo decepcionou aqueles que esperavam, em janeiro, o anúncio de subsídios para o setor, que permitiriam baixar os preços para o consumidor chinês.
Preços elevados, autonomia reduzida e falta de postos de recarga de bateria limitam as vendas, explica Finbarr O’Neill, presidente da sociedade de consultores JD Power and Associates.
Menos de 4 mil carros híbridos (movidos a eletricidade e gasolina) foram negociados na China no ano passado e a venda de veículos elétricos foi quase inexistente, acrescentou.
No total, 13,64 milhões de carros foram vendidos na China em 2009, o que fez do país o primeiro no mercado do mundo, ultrapassando os Estados Unidos.
Os chineses seguem preferindo modelos de alto consumo de gasolina, embora no ano passado os modelos menores tenham tido maior aceitação, graças aos incentivos fiscais.
O alto valor dos veículos elétricos se deve ao custo das suas baterias recarregáveis, que os encarecem em 10 mil a 15 mil dólares.
“Não acredito que a maioria dos compradores esteja disposta a pagar mais para ter um carro mais ecológico”, destacou Finbarr O’Neill. “Sem subsídios, empresas como a BYD terão muitos problemas para alcançar uma massa crítica” na produção.
A China quer reduzir seu consumo e sua dependência energética, assim como seus graves problemas de poluição. Por isso, espera-se que o desenvolvimento de tecnologias ecológicas e carros “verdes” represente de 10% a 15% das vendas até 2020.
Desde 2006, o governo e as fabricantes de automóveis chinesas investiram pelo menos 10 milhões de yuans no desenvolvimento de veículos movidos com fontes de energia alternativas ao combustível. Desse montante, 1,1 milhão foi dado pelo governo, segundo o ministério das Indústrias e Tecnologias da Informação.
Apesar deste lento desempenho, a previsão segue otimista. Better Place, uma sociedade californiana que instala postos de recarga para veículos elétricos, vislumbra um bom mercado na China. No sábado, firmou um acordo com a fabricante chinesa Chery para desenvolver os primeiros protótipos.

Fonte: G1

Baixo Amazonas debate sistemas produtivos sustentáveis no Pará

Construir estratégias para viabilizar a adoção de sistemas produtivos sustentáveis na região do Baixo Amazonas. É com esse objetivo que o Ministério do Meio Ambiente realiza, nos dias 28 e 29 de abril, o Seminário Regional do Pólo Baixo Amazonas, em Santarém. Ele integra a programação do II Ciclo de Debates Estratégicos para o Desenvolvimento das Cadeias Produtivas do Oeste Paraense. Este é o segundo evento do ciclo, o primeiro aconteceu em Itaituba, nos últimos dias 14 e 15 e contou com expressiva participação de representantes da comunidade.
O encontro é realizado no Amazonas Boulevard Hotel (Av. Mendonça Furtado, nº 2946, Bairro de Fátima) das 9h às 18h. Reunirá agricultores, produtores rurais, assentados, quilombolas, indígenas, representantes de associações, cooperativas, prefeituras, instituições locais entre outros. Além da cidade sede do evento, será debatida a realidade socioambiental de Alenquer, Almeirim,Belterra,Curuá,Faro, Juruti,Mojuí dos Campos,Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná,Prainha e Terra Santa.
A ideia é fazer com que as lideranças locais debatam o cenário econômico, social e ambiental e consigam iniciar um planejamento baseado na sustentabilidade, especialmente nas suas principais atividades, como: exploração madeireira, agropecuária, agricultura, pesca e extrativismo. De forma que o seminário terá como produto final uma planilha estratégica de ações.
O evento é promovido pelo Projeto BR-163: Floresta, Desenvolvimento e Participação, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e conta com o apoio do Instituto de Tecnologias Sustentáveis da Amazônia (Itesam). O II Ciclo de Debates é composto de três seminários regionais e um final, que também acontecerá em Santarém.
Projeto BR-163 – O Projeto BR 163: Floresta, Desenvolvimento e Participação é executado pelo Ministério do Meio Ambiente, com o apoio técnico e a gestão financeira da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (ONU/FAO Brasil) e recursos doados pela Comissão Européia. Seu objetivo é contribuir para a diminuição do desmatamento na área de influência da rodovia Cuiabá-Santarém, por meio de ações voltadas ao fortalecimento do Distrito Florestal Sustentável da BR-163, à estruturação de cadeias produtivas sustentáveis e ao fortalecimento da sociedade civil.

Fonte: MMA

Mais cana com menos queima

O Estado de São Paulo registrou, nos últimos anos, uma rápida expansão na produção de cana-de-açúcar, em consequência principalmente do aumento da demanda por etanol para atender ao mercado de veículos flex no país.
De 2003 a 2009, a área total do cultivo da cana disponível para a colheita no Estado saltou de 2,57 milhões para 4,89 milhões de hectares, segundo dados do mais recente relatório feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).
O dado mais expressivo – do ponto de vista ambiental – é que pela primeira vez mais da metade da colheita foi realizada sem queima. O relatório referente à safra de 2009/2010 mostra que cerca de 56% da colheita foi realizada sem queima, contra 44% em que se utilizou o recurso. Na safra de 2006/2007, a colheita sem queima beirou os 34%.
De acordo com Bernardo Rudorff, pesquisador do INPE, se o ritmo for mantido, a meta estabelecida pelo Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro, assinado em 2007 entre o Governo do Estado de São Paulo e a União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica) – que prevê a eliminação gradativa da queima da cana-de-açúcar até 2017 –, será cumprida, mesmo com a expansão da produção. Para as áreas com declive inferior a 12%, que permite a mecanização da colheita, o prazo termina em 2014.
“É claro que a expansão envolve questões complexas que impõem alguns limites, como condições favoráveis de mercado e investimento em maquinário, mas a pressão do protocolo está produzindo um resultado muito positivo no Estado e mostra que o objetivo de eliminar totalmente o procedimento de queima pode ser atingido até a data limite”, disse à Agência FAPESP.
Rudorff coordena o Projeto Temático recém-aprovado, intitulado “Impactos ambientais e socioeconômicos associados com a produção de etanol de cana-de-açúcar no centro-sul do Brasil”, que será desenvolvido no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa em Bionergia (BIOEN).
O grupo de pesquisadores vem monitorando, desde 2003, a área de cultivo, o tipo de colheita – com ou sem queima – e a mudança de uso e cobertura da terra decorrente da expansão do cultivo da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo. A partir dos dados obtidos são gerados mapas que auxiliam a Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
“A partir de 2009, iniciamos uma avaliação mensal da colheita e disponibilizamos os mapas para a secretaria, que, com isso, sabe do percentual e da localização das áreas queimadas. Antes disso, gerávamos um único mapa mostrando tudo o que havia sido colhido com e sem queima durante a safra”, disse Daniel Alves Aguiar, doutorando do programa de pós-graduação e integrante do projeto Canasat do INPE.
Em novo estudo publicado na revista Remote Sensing, os pesquisadores do INPE divulgaram os números referentes à safra de 2008/2009. De 2003 a 2008, a área de produção foi ampliada em 1,88 milhão de hectares. Entretanto, o ritmo de crescimento caiu nas últimas safras. Na safra anterior a 2008, a expansão foi de mais de 1,2 milhão de hectares, em 2008 o aumento foi de pouco mais 320 mil e, na safra 2009/2010, ficou em cerca de 100 mil hectares.
“Uma das explicações é que, com a crise econômica mundial – que afetou todos os setores da economia –, a produção da cana também foi atingida e a produção seguiu um ritmo mais lento nos dois últimos anos”, disse Aguiar, co-autor do artigo.
“No artigo, usamos como referência a safra de 2008 porque o objetivo era apresentar a metodologia que utilizamos que consiste em técnicas de interpretação de imagens de sensoriamento remoto e geoprocessamento”, explicou.
De acordo com o trabalho, a maior expansão de área com cana ocorreu no oeste paulista, que compreende as regiões de São José do Rio Preto, Araçatuba e Presidente Prudente.
“A expansão da cana nessas regiões se deu principalmente sobre as pastagens. E uma das críticas era que o aumento do cultivo da cana poderia comprometer a produção de outras culturas, como soja e milho, e promover uma diminuição do rebanho bovino no Estado”, disse Aguiar.
“São Paulo perdeu muita área que tradicionalmente era de pastagem para a cana-de-açúcar, mas, no entanto, o gado não diminuiu. Isso se deve à otimização do uso do espaço e ao investimento do setor pecuário em tecnologia”, disse Rudorff.
Na safra de 2009/2010, 2,27 milhões de hectares foram colhidos sem a queima da palha, enquanto 1,8 milhão foi colhido com a queima. O mapeamento mostra ainda que as regiões administrativas de Barretos, de Campinas e Central – tradicionais no cultivo da cana – foram as que apresentaram maior porcentagem sem queima, com 61,4%, 60,7% e 61,2%, respectivamente.
Apenas duas regiões, de Marília (56,3%) e de Presidente Prudente (50,8%), tiveram mais área colhida com queima do que sem. “Nesse sentido, o sensoriamento remoto tem importância fundamental para o cumprimento do protocolo”, destacou Aguiar.
Interpretação das imagens – Segundo os pesquisadores, o método utilizado consiste em monitorar o modo de colheita a partir da interpretação visual e do processamento digital das imagens. Mas, ressalta, a metodologia tem uma limitação.
“Para resultados satisfatórios é preciso contar com diversas imagens livres de nuvens durante o período de colheita. Por isso, utilizamos imagens de sensores com características diferentes”, disse Aguiar.
Segundo ele, o mais importante é obter imagens em períodos específicos em que a cana seja mais fácil de ser identificada. O mapeamento do cultivo da cana requer que sejam adquiridas imagens em janeiro, fevereiro e março da safra corrente e setembro e outubro do ano anterior.
“O plantio da cana-de-açúcar é geralmente feito nos meses de março e abril e em outubro elas já começam a aparecer em imagens de satélite. De janeiro a março do ano seguinte é o período em que a cana está mais vigorosa e fácil de ser identificada”, explicou o pesquisador.
Já para a colheita as imagens são adquiridas de abril a dezembro, período tradicional de colheita no Estado de São Paulo. Mas em dezembro, quando começam a aparecer mais nuvens, o trabalho se torna mais complicado.
“O foco principal do artigo que publicamos foi mostrar que a técnica de sensoriamento remoto pode ser utilizada para monitorar vários aspectos do cultivo da cana e tem tido um efeito positivo fora do país. Em discussões ambientais, o Brasil é lembrado por monitorar o cultivo”, disse Rudorff.
O estudo feito no INPE destaca que as metas do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro não são para os municípios, mas para o setor como um todo. “O produtor que atingir as metas receberá um selo agroambiental. A ideia é que esse selo possa servir como um ingresso para o mercado externo”, disse Aguiar.

Fonte: Alex Sander Alcântara/ Agência Fapesp

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Governo boliviano entrega à ONU conclusões do fórum climático

A Bolívia entregou, na sede das Nações Unidas, as conclusões da Conferência dos Povos sobre o Aquecimento Global para serem analisadas na cúpula climática da ONU, prevista para o final deste ano no México, informou esta terça-feira (27) o coordenador do fórum climático boliviano, René Orellana.
O documento foi entregue na segunda-feira (26), em Nova York, pelo embaixador boliviano na ONU, Pablo Solón, cumprindo o prazo de 29 de abril fixado pelo organismo mundial. Agora técnicos prepararão a apresentação das conclusões do fórum com vistas à Cúpula do México.
“O que eu vou fazer é trabalhar para preparar a equipe que certamente irá negociar nas reuniões oficiais e formais que são celebradas a cada ano. Esta equipe técnica se reunirá na ONU para explicar em detalhes todo o documento. Acho que haverá três reuniões prévias ao encontro de Cancún”, disse Orellana ao jornal La Razón.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, chefiará a delegação que apresentará as conclusões à Cúpula de Cancún, em dezembro.
Entre 19 e 22 de abril, mais de 35 mil pessoas assistiram ao fórum climático na cidade de Tiquipaya (Cochabamba), região central do país, onde foram defendidas medidas para enfrentar o aquecimento global, cuja responsabilidade é atribuída aos países industrializados.

Fonte: G1

Austrália engaveta lei contra emissões de carbono

O premiê da Austrália, Kevin Rudd, anunciou na terça-feira (27) que o plano nacional de taxar poluidores será engavetado por dois anos. A medida põe os esforços legislativos de cortar as emissões de gases-estufa em compasso de espera até depois das próximas eleições nacionais.
O governo havia proposto limites anuais na quantidade de carbono que grandes poluidores podem emitir, e um sistema pelo qual as empresas poderiam exceder seus limites se elas concordassem em comprar créditos, ou licenças para poluir.
Rudd disse que não teve escolha senão adiar a legislação depois que o Partido Liberal, principal força oposicionista, retirou o apoio a ela devido ao fracasso da conferência do clima de Copenhague, em dezembro último, em obter um acordo global legalmente vinculante de corte de emissões. A oposição também diz que o plano equivale a um novo e enorme imposto sobre indústrias emissoras, como empresas de energia. A Austrália é o maior exportador do mundo de carvão mineral.
Rudd, cujo governo precisa de apoio dos liberais para passar a lei no Senado, botou neles à culpa pelo adiamento do projeto até depois de 2012, quando expira o primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto, único acordo vigente hoje contra gases-estufa.
De seu lado, a oposição alega que o premiê teme os efeitos eleitorais da eventual aprovação da lei: o preço da energia subiria, enfurecendo os eleitores e tirando votos do partido governista.
Andrew Macintosh, do Centro de Política Climática da Universidade Nacional Australiana, disse que a nova posição do governo Rudd (eleito em 2007 com uma plataforma fortemente ambientalista e favorável ao retorno da Austrália ao Protocolo de Kyoto) seria prejudicial à negociação internacional do novo acordo do clima. “Acho que o recado para a comunidade internacional é que a Austrália está recuando da precificação do carbono.”

Fonte: Folha Online



Governo vai contratar energia de fontes renováveis

O governo federal irá promover ainda no primeiro semestre deste ano um leilão de energia de reserva com fontes renováveis. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, 478 empreendimentos foram inscritos para participar da disputa, que totaliza 14,5 mil megawatts (MW) de potência instalada. Segundo o ministro, a energia será gerada a partir de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), geradores eólicos e termelétricas movidas à biomassa, como bagaço de cana-de-açúcar, resíduos de madeira e capim.
Para geração de energia eólica estão na disputa 399 projetos, totalizando 10,5 mil MW de potência instalada. Outros 61 projetos participarão do leilão de usinas térmicas à biomassa. Para implantação de PCH, serão leiloadas 18 usinas.
De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), as usinas térmicas terão prazos diferentes para disponibilizar a energia contratada ao Sistema Interligado Nacional (SIN): um para entrega a partir de 2011, outro para início em 2012 e o terceiro para 2013. No caso das centrais eólicas e PCH, o fornecimento deve ter início em 2013. O objetivo da contratação de energia de reserva é aumentar a segurança do sistema interligado garantindo, se necessário, um fornecimento adicional de energia elétrica.

Fonte: Sabrina Craide/ Agência Brasil



Consumo de uva reduz risco de doenças do coração e de diabetes

Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, concluíram que consumir uvas pode reduzir riscos de doenças do coração e a síndrome metabólica – excesso de gordura na barriga. Isso acontece por causa dos antioxidantes contidos na fruta.
A síndrome metabólica afeta em média 59 milhões de americanos e é geralmente a propulsora da diabetes tipo 2.
Os pesquisadores estudaram os efeitos dos tipos mais comuns de uva (verdes, vermelhas e roxas), que foram misturadas e integradas na dieta de ratos de laboratório, parte deles consumistas de uma dieta altamente calórica, no melhor estilo americano.
Todos os ratos usados na pesquisa são de uma raça mais propensa a ter sobrepeso.
Depois os pesquisadores compararam os ratos que consumiram a mistura enriquecida de uvas e os que não receberam. Entre estes últimos, adicionaram as calorias e o açúcar ganho pelos outros pela mistura de uvas.
Depois de três meses, os ratos que receberam a mistura de uvas diminuíram sua pressão arterial, melhoraram a função cardíaca e reduziram indicadores de inflamação no coração e no sangue comparado aos ratos que não consumiram a mistura de uvas.
Diante do resultado, Steven Bolling, cirurgião do laboratório de proteção cardiovascular e um dos pesquisadores, afirma que uma dieta rica no consumo de uvas pode ter efeitos benéficos para a saúde. “O efeito dos antioxidantes é ativado para proteger as células do coração causadas pelo efeito da síndrome metabólica.”

Fonte: Ambiente Brasil